PRINCÍPIO DA DESCRENÇA

Ponto-chave. O princípio da descrença é o preceito norteador da produção do conhecimento no campo da Conscienciologia. É o ponto de partida na busca de atribuir cientificidade às pesquisas e reflexões.

Crivo. Contrariamente a todo apriorismo na investigação científica, e enunciado pela sentença “não acredite em nada e nem em ninguém, tenha suas próprias experiências”, o princípio da descrença traduz o crivo da experiência dos pesquisadores e do exercício continuado de análises e reflexões críticas.

Autonomia. “A Conscienciologia adota o princípio da descrença a partir do qual a consciência é livre para pensar por si mesma, sem imposições dogmáticas de qualquer natureza, com intuito de construir as próprias opiniões e conclusões através de experiências, reflexões e autoconstatações pessoais” (Musskopf, 2012, p. 20). 

Autenticidade. Como diz, ainda, o mesmo autor, o princípio da descrença é fundamental para a consciência averiguar a “autenticidade dos fatos e parafatos por si mesma”, por meio de “uma abordagem vivencial e racional sobre os mesmos” (Musskopf, 2012, p. 44).

Veracidade. Na busca de constatar a veracidade das realidades investigadas, o princípio da descrença é utilizado para o pesquisador se afastar ou se livrar de “pressões dogmáticas internas ou externas”, doutrinações, inculcações, aliciamentos, crendices, mistificação e autoenganos, inclusive, por meio de questionamentos, verificações sistemáticas, refutações e argumentação dotada de coerência e logicidade (Musskopf, 2012, p. 118-119, p. 174).

Proatividade. A postura mentalssomática proativa das consciências é revelada pela aplicação do princípio da descrença diante das experiências (intraconscienciais e interconscienciais), da realidade cotidiana, dos processos de autopesquisa e do conhecimento em evolução.

Não acredite em nada

Nem mesmo no que lhe informarem aqui

EXPERIMENTE

Tenha suas experiências pessoais

Referência


MUSSKOPF, Tony. Autenticidade Consciencial. Foz do Iguaçu, Editares, 2012.