Parapsiquismo na Infância

Home / CIÊNCIAS / Ressomatologia / Parapsiquismo na Infância

PARAPSIQUISMO NA INFÂNCIA

            Seu filho relata possuir “amigos invisíveis”? Sonha que está voando e interagindo lucidamente com pessoas que já morreram? Talvez, isso não seja imaginário e nem tampouco “loucura”.

            Atualmente, verifica-se que inúmeras crianças têm dificuldade de expressar e relatar as experiências parapsíquicas aos familiares, devido à educação recebida, embasada na cultura materialista e/ou religiosa vigente. Diante disso, observa-se a necessidade premente de informar e esclarecer as pessoas sobre a realidade multidimensional, retirado a bagagem mística, ocultista e manipuladora vista outrora.

            A criança parapsíquica é capaz de perceber sensações que vão além dos 5 sentidos básicos do corpo humano. Por exemplo: a criança clarividente que ao ver o álbum de família, reconhece como seu amigo invisível à foto do bisavô já falecido. O jovem que realiza a leitura das energias de ambientes e pessoas, muitas vezes sentido bem-estar ou mal-estar, devido à qualidade das energias das mesmas através da psicometria. A criança que consegue escrever rapidamente e abruptamente, frases,  ideias e textos que vão além do conhecimento pessoal, relatando perceber auxílio de consciexes, por meio da psicografia, dentre outros inúmeros fenômenos parapsíquicos.

            A principal diferença do parapsiquismo na fase infantil se dá pela capacidade de interpretar as vivências pessoais, através da linguagem simbólica diferentemente do adulto que já possui a cognição e a linguagem mais elaborada. Geralmente, os relatos do infante são mesclados com imaginação e parapsiquismo, devido a essa complexidade, os pais devem ter cautela ao interpretar a vivência da criança. A sugestão é antes de negar ou aceitar o fato enquanto realidade, procurar investigar a veracidade do mesmo. O ato de questionar, aguçar a curiosidade e o senso crítico da criança favorece que o mesmo naturalmente selecione as ocorrências parapsíquicas mais factíveis com a realidade.

            O parapsiquismo não é um dom sobrenatural. É uma habilidade inerente a todos, entretanto algumas pessoas possuem maior ou menor desenvoltura energética e parapsíquica do que outras, devido às experiências adquiridas ao longo de sucessivas vidas pretéritas.  Verificamos essa condição em todas as modalidades de inteligência da consciência. Há pessoas que demonstram precocidade quanto à habilidade para tocar um instrumento musical, outras para cálculos e há aquelas que evidenciam talento inato para lidar com o parapsiquismo.

            É justamente na infância que mais ocorrem casos de fenômenos parapsíquicos, pois a criança é menos condicionada aos aspectos culturais e mesológicos.

            Alguns pais incipientes quanto à realidade extrafísica, se assustam ao escutar seu filho falar sobre as energias e acabam ficando com medo. Essa postura insegura transmite o medo para a criança, e a sensação de que ela é inadequada, incapaz e diferente afetam sua autoestima e autoconceito.

            “Há inúmeras crianças parapsíquicas desinformadas quanto às bioenergias, ao se  depararem com os parafenômenos, muitos pais optam por bloquear as habilidades parapsíquicas do filho através de rituais dogmáticos e místicos, outras crianças procuram relatar as vivências parafenomenológicas para outrem a fim de orientar-se, porém acabam encontrando o preconceito, outros pelo descontrole energético acabam gerando o poltergeist. Urge transformar essa realidade. A EVOLUCIN destina-se a esclarecer tais aspectos evidenciando aos familiares e educadores que é possível trabalhar o parapsiquismo de modo saudável, interassistencial e evolutivo” (Zolet, 2014).