Conviviologia

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Por que precisamos conviver? O convívio é necessidade ou oportunidade evolutiva?

            Nos estudos da Conscienciologia, o convívio oportuniza a condição de intercâmbio de vivências e experiências entre as consciências.

            A condição da convivialidade é tão premente na evolução consciencial, que ninguém consegue renascer, sem passar pela condição de convívio obrigatório entre a mãe e prole durante o período gestacional.

            Nascemos todos dependentes de alimento, higiene, afeto e educação. À medida que a consciência amadurece, reduz a dependência dos pais e familiares, ganha autonomia. Porém continua interdependente de afeto e convívio. Nesse sentido, cabe a reflexão de dois princípios básicos da evolução: “ninguém evolui sozinho” e “ninguém evolui pelo outro”.

            Diante disso, podemos ponderar que se a evolução é uma jornada que cada um deve seguir pelos próprios esforços, o convívio é o liame que pavimenta o caminho das trocas de experiências interpessoais. Podemos dizer que conviver é oportunidade de compartilhar.

            A convivialidade pode ser classificada em sadia ou patológica. A convivialidade sadia também denominada de homeostática, equilibrada, saudável, contribui para a evolução das conscins e consciexes envolvidas, reduzindo, mitigando e eliminando a interprisão consciencial.

            Pode-se dizer que a convivialidade sadia é a qualidade, condição ou caráter de a consciência, intra ou extrafísica, conviver ou se relacionar com os demais seres vivos, seres extrafísicos e princípios conscienciais de maneira cosmoética e fraterna, tendo em vista a influência significativa das companhias no processo evolutivo pessoal a partir da lei da inseparabilidade grupocármica.

            Em contrapartida, a convivialidade patológica, desequilibrada, doentia e antievolutiva amplia os laços de interprisão consciencial a partir dos erros, omissões deficitárias entre os participantes do grupo antissocial, demandando em oportunidade futura recompor tais desacertos.