COSMOÉTICA

            Em Conscienciologia, a cosmoética (cosmo + ética) é a ética ou reflexão sobre a moral cósmica, multidimensional, que define a holomaturidade consciencial, situada além da moral social, intrafísica, ou que se apresenta sob qualquer rótulo humano ao modo de um discernimento máximo, moral e emocional, incluindo aí os códigos penais; os códigos civis de todos os países; as deontologias dos profissionais liberais; a moral cristã; a moral islâmica; a moral israelita; ou outra.

            Pela experimentologia, a cosmoética constitui um campo ou especialidade da Conscienciologia, dentro da sua epistemologia básica integral (filosofia da ciência).

            Pela evoluciologia, a cosmoética abarca também com as experiências no tempo evolutivo, os grupos e sociedades de consciências lúcidas em quaisquer dimensões.

            Pela holossomática, as energias conscienciais de alta qualidade cosmoética, próximas das energias imanentes puras, tornam a consciência refratária aos assediadores, em função da incompatibilidade dos assediadores com o nível de empatia, emoções, interesses e objetivos em seu microuniverso consciencial.

            Na intrafisicologia, a cosmoética se situa além da própria bioética, que envolve vários tipos de atividades relacionadas com a Biologia, mais centradas sobre matérias médicas, por exemplo, estas 8: aborto humano; clonagem biológica envolvendo seres adultos; controle genético ou a engenharia genética; controle mental através de drogas (lavagens cerebrais); eutanásia ou a morte suave; fertilização in vitro; mãe de aluguel; teste genético pré-natal.

            Pela mentalsomática, qualquer lucro anticosmoético é sempre prejuízo. Se algo não presta, não adianta maquilagem.

            Pela parapatologia, os pecadilhos mentais ou patopensenes são os erros empurrados para o plano obscuro do indizível.

            Na serenologia, o Serenão, quando consciex ou conscin projetada, alcançou, por exemplo, o estado refratário absoluto ante os assediadores extrafísicos, que se afastam da sua presença, ao sofrerem uma espécie de onda de choque cosmoética, espontânea, superior às suas capacidades de resistência em seus estados de intransigência anticosmoética ou autocorruptora.